De tudo ao tédio do luxo ao lixo do sono a insônia do grito a surdez da luz a escuridão da vitoria ao fracasso da porta ao cadeado de um rosto a uma dor de um sol a uma chama de uma queda para vários arranhões
sábado, 12 de janeiro de 2008
Guardo as pedras em meu bolso, desço as escadas dobro a esquina das rosas subindo a calçada de espinhos, paro enquanto é tempo de olhar aquele rio de fotografias jorrando águas de saudade de um tempo inocente sem mentirar nem verdades onde tudo era o meu vivido tocado em notar de yan tiessen. sem mais delongas
Daqui de cima queria não enxergar as pilhas destroçadas de minha estima por falta de promessas compridas de palavras certificadas e e feitas do jeito que foi falada. Daqui de cima o Inferno parece mais gelado quando tudo que se fala consegue ser distorcido por argumentos que usam suas asas em volta de minha cabeça estourada com o pus da dor. E insistir em falar na derrota que tira férias semanais e volta para casa na hora do jantar com apetite absurdo e esculhambativo de minhas forças. É tão vulnerável que chega a tornar se vulgar! O mundo exclui através do gritos que ecoam aqui em cima. Lágrimas tornam se rios banhados incertezas de um nado oposto a correnteza.