quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Tese da mentira


É assim... dizem que tenho um dom de farejar mentiras, (não que eu não minta também sou ser humano sujo e errantel), Se esse dom for verdadeiro como queria não tê-lo, pois incomodo de presenciar a hipocrisia humana me leva a desacreditar em certas e muitas coisas que se aprende sobre caratér. Que atire a primeira pedra aquele que nunca mentiu, aquelas mentiras omitidas ou disfarçadas feitas por medo de ofender ou por estar fazendo algo que acha se machucar o ser alheio, aquela mentira que se esconde a vida toda de uma forma tão seguro que acaba se até esquecendo, aquela mentira que parecia ser tão pequena mas que machucaria como uma pedra quente no rosto. Ah! são tantas que se fosse classifica-las e enumeralas daria uma especié de lista telefónica ou dicionário da mentira humana!
é deprimente mas faz parte do convívio humano de todos os lados e partes
e no final acaba co existindo influência desde a infância...triste preparação.
A pergunta que me faço sempre é o que se ganha com a tal mentira?
seja ela de qualquer tamanho pois o que recebo quando exerço este ato é apenas ganhando
um belo de um peso na consciência mas se ao menos esse peso funcionasse em mim e em todos os seres que utilizam esta arma para se safar, acobertar, vantajar ou qualquer outro tipo de "beneficio" seria bem valido.
Até entendivel por muitas vezes a sinceridade trazer medo e ser dura; mas se não conviver na realidade da sinceridade então viver em mundo de sonhos pesadelos e hipocrisia.

Um comentário:

Anônimo disse...

Mentir se torna tão comum que para muitos, mentiras passam despercebidas. Já li sobre pessoas (não-esquisofrênicas, elas não são loucas) que têm dificuldades de falar a verdade, que mentem não para 'proteger algo' (ou pelo menos na doce ilusão disso), mas mentem... por mentir. Por não conseguirem dizer a verdade nem em casos inúteis, simples e cotidianos. A mentira começa doce, quase que saborosa, no começo ninguém percebe que é um veneno perigoso.