domingo, 6 de julho de 2008

Kézia

Que derrubem as torres e os cravos que choram da sabedoria do juramento,
da blasfémia que vai guiando a vida de hérois de guerra que caem em pedaços
crucificando a noite em féu diante do soneto do mar que jura da lembrança selvagem
em busca da vaga do descanso na ponta da lança que rasga o chapéu de napoleão desfrutando de uma nova invasão alojando se em fogo e brasa dentro de qualquer coração despedaçado em rosas ou vinhos de preferência gelada que faça guerrear em corrida de campos e árvores. Talvez algum dia mulher tudo possa ser explicado sobre este lugar que tanto fascina e faz o sol entre guerras e glórias.

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